4 minutes reading time (813 words)

Projeto libera comércio de armas

Projeto libera comércio de armas

A polêmica da liberação da venda e compra de armas no País estará no centro do debate na Câmara dos Deputados com o Projeto de Lei 3722/12, do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC) que será discutido hoje em audiência pública, às 14h30, em Brasília. (matéria de Tais de Hollanda - Jornal "A Tribuna - 26 de novembro de 2014 - página 17).

O projeto pretende simplificar a compra de arma pelos cidadãos, como explicou o autor da proposta. " O cidadão de bem tem o direito de ter sua arma para se defender, mediante critérios técnicos bem definidos, por exemplo, o exame psicotécnico", disse.

COMENTÁRIO

Na realidade, quem se der ao trabalho de entrar no site da Policia Federal, irá comprovar que temos em em relação a outros paises do mundo, a maior rigidez em termos de critério para adquirir uma arma no Brasil. Já vigora o testes psicotênco, a prova de conhecimentos sobre armas e seu uso, o comprovante de prática de tiro, atestado por instrutores de tiro, devidamente cadastrados no Exercito, certidões negátivas, enfim, não será qualquer um que poderá adquirir uma arma, até pelo custo no Brasil. O que se pretende, é fazer valer o "Referendo de 2005" onde mais de 60% da população, votou contra a Lei do Desarmamento, onde foram gastos milhões de reais para ouvir o povo, e mesmo assim, o governo teima, em não acatar a vontade soberana da população. Já pensou, se os 76% da população que não votou na próxima presidente do Brasil, resolvesse fazer o mesmo e não acatar o direito soberano dos 24% dos que a elegeram?

VEJAM O QUE DIZEM REPRESENTANTES DO GOVERNO, MINISTÉRIO PÚLICO E ESPECIALISTAS NO ASSUNTO

Opnies

 

NOSSA ANÁLISE

No nosso entendimento, não poderia ser diferente a opinião do Secretário de Segurança, pois ele fala pelo "Estado", que por sua vez, vende a imagem de que, desarmar a população ordeira é o caminho. Puro engano do secretário. Ao estudarmos policiologia a história dos crimes no mundo, e no tocante ao comentário do Secretário de Segurança, onde diz, pergunta e afirma: "Quem tem que andar armado são os policiais e não as pessoas fazerem justiça com as próprias mãos, como era antigamente.(grifo nosso: quando? onde?) É um clima de faroeste? Onde há menos armas, há menos crimes. Isso é um retrocesso". 

Pensamos diferente do Secretário e acreditamos que ele não conhece a matéria de policiologia nem tão pouco a história das cidades do velho oeste americano, tão propagado em filmes, mas que não condiz com a realidade da época. 

Como exemplo segue o seguinte texto entre milhares existentes, sobre fatos históricos verídicos referentes ao faroeste americano:

"COMO ERA DE FATO O VELHO OESTE AMERICANO? - Era muito mais tranqüila do que mostram os filmes sobre a época. Entre 1850 e 1890, essa região dos Estados Unidos era cheia de pequenas cidades, em geral pacíficos centros de comércio com lojas para abastecer rancheiros e agricultores. Os saloons, os bares da época, ofereciam bebidas, jogo (dados ou pôquer), mulheres e divertimento. Uma cidade podia ter vários bares, competindo pela freguesia com ofertas de charutos e refeições grátis. Boa parte dos famosos duelos vistos nos filmes ocorria exatamente nos saloons do Velho Oeste, mas eram muito mais raros do que a gente (e Hollywood!) imagina. Para se ter uma idéia, o ano recordista em duelos foi 1878, quando só no Texas e no Kansas aconteceram 36 confrontos, causando cerca de 50 mortes. Para comparar, apenas no segundo trimestre de 2004 foram assassinadas mais de 2 300 pessoas no estado de São Paulo! "Havia cidades com atividades ligadas a gado e ferrovias que já tinham uma história de violência e atraíam jogadores, vaqueiros, prostitutas, trapaceiros e aventureiros em geral, numa mistura volátil. Mas eram exceção. Apesar disso, chamaram a atenção da mídia e foram glamourizadas", diz o historiador americano Rick Miller, autor de quatro livros sobre o assunto. Outra idéia hollywoodiana equivocada é a de pistoleiros se enfrentando em hora e local marcados. Os raros duelos que ocorriam eram no calor de uma discussão e envolviam rivais muito próximos uns dos outros. "O uso de facas era tão comum quanto o de revólveres. E, quando dois pistoleiros se enfrentavam, não importava tanto qual era o mais rápido e sim quem tinha melhor pontaria", afirma Miller. ( http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-era-a-vida-no-velho-oeste )

Com fatos como esse, cai por terra a opinião do nobre secretário de segurança. Pelo contrario secretário, o senhor se equivoca também, quando afirma que "a população quer arma para fazer justiça com as próprias mãos". A população ordeira é a única que compra armas legalizadas e por isso rastreáveis, e por isso, quer exercer o legitimo direito de auto defesa, de sua família e de sua propriedade, se tornando não um pária social, mas um cidadão pronto a colaborar com os organismos de segurança, se assim por necessário, como acontece em outras partes do mundo.  

9
Aprovada Lei que limita uso de armas contra bandid...
Mulher leva prejuízo de R$ 9 mil com cartão de cré...

Posts Relacionados

 

Comentários

Nenhum comentário feito ainda. Seja o primeiro a enviar um comentário
Já Registrado? Login Aqui
Visitantes
Domingo, 09 Agosto 2020

Powered By Budō Creative.