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Bandidos impedem taxistas de circular em 48 bairros

Bandidos impedem taxistas de circular em 48 bairros

Criminosos armados vigiam as entradas desses bairros da Grande Vitória e param os táxis para saber quem está dentro e para onde eles vão.

"Fiquei com pena da Moradora" - Apesar de não fazer mais corridas para Central Carapina, na Serra, um taxista de 27 anos abriu mão da sua decisão por um dia, há um mês. Arrisquei minha vida, pois fiquei com pena da moradora. Eram 23h30 e ela, desesperada, falou ao telefone que o pai estava doente e havia ligado para vários taxistas e nenhum havia aceitado a corrida. (depoimento de um taxista)

b2ap3_thumbnail_ASSALTO-A-TAXISTA---A-TRIBUNA---11-08-2014---0010002.jpgCLIQUE NA IMAGEM PARA APLIAR

COMPLEMENTANDO NOSSA ANÁLISE

Em nossa entrevista, nos foi perguntado sobre o que os taxistas devem fazer, e claro, em razão do pequeno espaço disponibilizado para a análise, não cabe tudo que podemos observar.

Um dos questionamentos que fizemos: os taxistas, registram esses fatos/ocorrências, junto ao sindicato de classe, e por consequência, se o sindicado de classe, procura a Secretaria de Segurança para apontar esses riscos e locais com maiores ocorrências. 

É necessário que o sindicado também faça o seu papel, ou seja, procurar as autoridades competentes para que elas possam registrar os fatos, para que o setor de inteligência possa colher maiores informações e comprovar as denúncias, objetivando com isso, maiores dados para tomada de decisão por parte das policias, nesse caso específico, com deslocamento de efetivos para patrulhamento nos horários de maiores riscos, com isso, fazendo o trabalho preventivo e afugentando os criminosos e prendendo em casos de flagrante, como o caso relatado por taxistas, onde criminosos, obrigam os motoristas apagarem faróis e são revistados para poderem entrar nos bairros. 

Segurança é um problema de todos e a polícia trabalha com informações e denúncias, para minimizar os riscos e fazer a prevenção.

O Estado tem que se fazer presente, para dar a sensação de segurança para o povo, colocar mais policiais nas ruas, objetivando um policiamento preventivo, entretanto, temos que registrar, que temos no  Espirito Santo um abandono de mais de 30 anos, no que tange ao planejamento e investimento em PPSP - Politicas Públcias de Segurança Pública, onde nesse mesmo período a população triplicou ou quadruplicou e infelizmente, nosso efetivo ainda muito aquém das nossas necessidades para um trabalho mais efetivo de prevenção e com isso deixando de promover uma melhor sensação de segurança para a sociedade.

Deixamos registrado, por questão de justiça, que assistimos nesses últimos 4 anos, os maiores investimentos em segurança pública no Espírito Santo ao longo de pouco mais de 30 anos de abandono dessa área, com compra de novas viaturas, computadores, softwares de inteligência policial e análise de riscos, armamentos, câmeras de videomonitoramento entre outros investimos, com isso proporcionando aos policiais maior segurança no exercício da profissão, sem contar, na reposição do efetivo, com contração e treinamento de novos policiais, ofertando para a população, uma melhoria nos serviços de segurança pública no nosso estado.

(Matéria publicada no jornal " A TRIBUNA" em 11/08/2014 - páginas: Capa, pag. 2 e 3)

 

 

 

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